A "ingenuidade" do acreditar......
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Postado por Unknown às 04:41 0 comentários
Conversa social...
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Postado por Unknown às 03:30 1 comentários
Madame Bovary.....
terça-feira, 8 de janeiro de 2008
infelizmente, a conversa está cortada
insatisfeita,entediada, prejudicial, imatura e trágica.
Postado por Unknown às 04:31 1 comentários
Marcadores: imaturidade, insatisfação, Madame Bovary, mulher, mulher de hoje, Saia Justa, tédio
MEDO
Arte e medo:
Já parou para pensar em todos os seus medos??????
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM752006-7823-ARTE+E+MEDO,00.html
o vídeo, depois de um tempo só fica disponível para assinantes, infelizmente.
Postado por Unknown às 03:55 0 comentários
filmes que instigam reflexão
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Naquele estilo "espelho incômodo" esse é o caso de "ADVOGADO DO DIABO" de 1997.
Postado por Unknown às 04:40 0 comentários
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Diálogo.....
sexta-feira, 28 de dezembro de 2007
Postado por Unknown às 09:13 0 comentários
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Cidade Limpa
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
imagem retirada do blog
http://matrixhldz.blogspot.com/
A Campanha "Cidade Limpa" completa um ano agora em 1 de janeiro de 2008. Qual é a diferença, na subjetividade daquele que sai para trabalhar e não tem que lidar mais com a imposição da publicidade no que deveriam ser seus sonhos, pelo menos durante o seu longo - na maioria das vezes - trajeto até o trabalho?
Não ter que lidar com "o carro dos sonhos", "o corpo dos sonhos", a vida ideal do capitalismo justamente no caminho do trabalho, faz alguma diferença?
Postado por Unknown às 09:06 0 comentários
Marcadores: Cidade Limpa, eleições, prefeitura, publicidade, São Paulo
Mar de Leite
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Ninguém o diria. Apreciados como neste momento é possível, apenas de relance, os olhos do homem parecem sãos, a íris apresenta-se nítida, luminosa, a esclerótica branca, compacta como porcelana. As pálpebras arregaladas, a pele crispada da cara, as sobrancelhas de repente revoltas, tudo isso, qualquer o pode verificar, é que se descompôs pela angústia. Num movimento rápido, o que estava à vista desapareceu atrás dos punhos fechados do homem, como se ele ainda quisesse reter no interior do cérebro a última imagem recolhida, uma luz vermelha, redonda, num semáforo. Estou cego, estou cego, repetia com desespero enquanto o ajudavam a sair do carro, e as lágrimas, rompendo, tornaram mais brilhantes os olhos que ele dizia estarem mortos. Isso passa, vai ver que isso passa, às vezes são nervos, disse uma mulher. O semáforo já tinha mudado de cor, alguns transeuntes curiosos aproximavam-se do grupo, e os condutores lá de trás, que não sabiam o que estava a acontecer, protestavam contra o que julgavam ser um acidente de transito vulgar, farol partido, guarda-lamas amolgado, nada que justificasse a confusão, Chamem a polícia, gritavam, tirem daí essa lata. O cego implorava, Por favor, alguém que me leve a casa. A mulher que falara de nervos foi de opinião que se devia chamar uma ambulância, transportar o pobrezinho ao hospital, mas o cego disse que isso não, não queria tanto, só pedia que o encaminhassem até à porta do prédio onde morava, Fica aqui muito perto, seria um grande favor que me faziam. E o carro, perguntou uma voz. Outra voz respondeu, A chave está no sítio, põe-se em cima do passeio. Não é preciso, interveio uma terceira voz, eu tomo conta do carro e acompanho este senhor a casa. Ouviram-se murmúrios de aprovação. O cego sentiu que o tomavam pelo braço, Venha, venha comigo, dizia-lhe a mesma voz. Ajudaram-no a sentar-se no lugar ao lado do condutor, puseram-lhe o cinto de segurança, Não vejo, não vejo, murmurava entre o choro, Diga-me onde mora, pediu o outro. Pelas janelas do carro espreitavam caras vorazes, gulosas da novidade. O cego ergueu as mãos diante dos olhos, moveu-as, Nada, é como se estivesse no meio de um nevoeiro, é como se tivesse caído num mar de leite.
Mas a cegueira não é assim, disse o outro, a cegueira dizem que é negra, Pois eu vejo tudo branco, Se calhar a mulherzinha tinha razão, pode ser coisa de nervos, os nervos são o diabo, Eu bem sei o que é, uma desgraça, sim, uma desgraça, Diga-me onde mora, por favor, ao mesmo tempo ouviu-se o arranque do motor. Balbuciando, como se a falta de visão lhe tivesse enfraquecido a memória, o cego deu uma direcção, depois disse, Não sei como lhe hei-de agradecer, e o outro respondeu, Ora, não tem importância, hoje por si, amanhã por mim, não sabemos para o que estamos guardados, ..."
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40 bilhões a menos.....?????
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Guido Mantega dá entrevista, agora, tentando acalmar o mercado que não gostou da não aprovação,ao mesmo tempo que responsabiliza a oposição pela perda no orçamento da saúde. Ok, saúde sem dinheiro é um mal menor do ponto de vista do mercado...
A oposição diz que já se espera para o próximo ano uma arrecadação que supera esse rombo, mas estávamos nós, sociedade, satisfeitos com os gastos do governo?
Não estamos precisando de mais investimentos em várias áreas? Não há falta de recursos em vários setores?Que melhoria podemos fazer no orçamento atual?
Acesse os sites, mande e-mails.....
Já estará fazendo algo.
Postado por Unknown às 07:58 0 comentários
Marcadores: Brasília, CPMF, orçamento, Reforma Tributária, sociedade
"O QUÊ" ...você é?.....A Complexidade da Sexualidade....
sábado, 8 de dezembro de 2007
fonte: http://odass.uniblog.com.br/218349/gay-hetero-ou-bi-precisa-de-rotulos.html
Postado por Unknown às 10:47 0 comentários
Marcadores: biocombustiveis, gay, GLTB, heterossexualidade, homossexualidade, preconceito, Sexualidade
Socorro!!!!!!!!!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Brasil é reprovado, de novo, em matemática e leitura
ANTÔNIO GOISda Folha de S.Paulo, no RioANGELA PINHOda Folha de S.Paulo, em Brasília
A péssima posição do Brasil no ranking de aprendizado em ciências se repetiu nas provas de matemática e leitura. Os resultados do Pisa (sigla, em inglês, para Programa Internacional de Avaliação de Alunos), divulgados ontem pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), mostram que os alunos brasileiros obtiveram em 2006 médias que os colocam na 53ª posição em matemática (entre 57 países) e na 48ª em leitura (entre 56).
O objetivo do Pisa é comparar o desempenho dos países na educação. Para isso, são aplicados de três em três anos testes a alunos de 15 anos em nações que participam do programa. O ranking de ciências, divulgado na semana passada, colocava o Brasil na 52ª posição.
Além de estarem entre os piores nas três provas nessa lista de países, a maioria dos estudantes brasileiros atinge, no máximo, o menor nível de aprendizado nas disciplinas.
O pior resultado aparece em matemática. Numa escala que vai até seis, 73% dos brasileiros estão situados no nível um ou abaixo disso. Significa, por exemplo, que só conseguem responder questões com contextos familiares e perguntas definidas de forma clara.
Em leitura, 56% dos jovens estão apenas no nível um ou abaixo dele. Na escala, que vai até cinco nessa prova, significa que são capazes apenas de localizar informações explícitas no texto e fazer conexões simples.
Em ciências, 61% tiveram desempenho que os colocam abaixo ou somente no nível um de uma escala que vai até seis. Isso significa que seu conhecimento científico é limitado e aplicado somente a poucas situações familiares.
Nos três casos, a proporção de alunos nos níveis mais baixos é muito maior do que a média da OCDE, que congrega, em sua maioria, países ricos.
Comparando o desempenho do Brasil no exame 2003 (que já era ruim) com o de 2006, as notas pioraram em leitura, ficaram estáveis em ciências e melhoraram em matemática.
Uma melhoria insuficiente, porém, para tirar o país das últimas posições, já que foi em matemática que o país se saiu pior em 2006, com médias superiores apenas às de Quirguistão, Qatar e Tunísia e semelhantes às da Colômbia.
Como há uma margem de erro para cada país, a colocação brasileira pode variar da 53ª, no melhor cenário, para a 55ª, no pior. O mesmo ocorre para as provas de leitura e ciências. No de leitura, varia da 46ª à 51ª. Em ciência, da 50ª à 54ª.
A secretária de Educação do governo José Serra (PSDB-SP), Maria Helena de Castro, diz que o resultado em leitura é lamentável. "Essa é uma macrocompetência, básica para que os alunos desenvolvam as outras, como matemática, raciocínio crítico." Nos exames, São Paulo ficou abaixo da média nacional nas três áreas avaliadas.
Suely Druck, da Sociedade Brasileira de Matemática, diz que, em geral, os alunos de outros países, assim como os do Brasil, tiveram desempenho pior em matemática na comparação com as outras disciplinas.
"A matemática se distingue das outras porque desde cedo a criança já tem que ter conhecimento teórico e é um aprendizado seqüencial, ou seja, antes de aprender a multiplicar, tem que saber somar." Por isso, defende que se exija um conteúdo mínimo em matemática para o professor dos primeiros anos do ensino fundamental, quando todas as matérias são ainda ensinadas pela mesma pessoa.
O Pisa permite também comparar meninos e meninas. Em matemática e ciências, no Brasil, eles se saíram melhor. Em leitura, elas foram melhor.
Postado por Unknown às 05:54 0 comentários
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Postado por Unknown às 05:04 0 comentários
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laerte
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Postado por Unknown às 06:13 0 comentários
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Tem que se machucar....
sábado, 1 de dezembro de 2007
Postado por Unknown às 10:28 0 comentários
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Rindo pra não.....
sábado, 24 de novembro de 2007
Daslu e rua Amauri estão entre os locais escolhidos por trupe para ironizar a cidade; igreja pentecostal também está na rota
No início do passeio, um workshop para sacoleiras é ministrado por um muambeiro paraguaio diante da Daslu.No final do trajeto, uma sessão de descarrego arranca a carteira de um fiel possuído diante da igreja Deus é Amor.Esse manual de sobrevivência na selva faz parte do city-tour teatral "O Pior de São Paulo", misto de excursão e intervenção política do grupo teatral Parlapatões.Como a cidade tem horrores em abundância, a excursão masoquista prioriza os produzidos pela elite paulistana. Além da lúgubre Daslu, a trupe visita uma loja de carros blindados na avenida Nove de Julho, com uma lataria coberta por tiros exposta na vitrine.Na rua Amauri, endereço de restaurantes caros na Cidade Jardim, o ator Raul Barreto ensina a fazer "churrasquinho de gato" e "como matar um ganso sem dor" para fazer o foie gras popular na redondeza.A maior subversão do passeio é levar um grupo de 50 pessoas, vestindo colares havaianos, a zonas fortificadas da cidade, como no circuito Itaim-Vila Olímpia, deserto em pleno domingo à tarde. O exército de seguranças da região, praticamente os únicos pedestres, fica desconcertado com o que vê.Borba Gato e MartaNo sábado, a estátua de Borba Gato, "a oitava maravilha do mundo", foi abraçada, e houve uma performance diante da casa da ex-prefeita e atual ministra do Turismo, Marta Suplicy. "Queríamos explicar que primeiro se goza, depois se relaxa", diz o guia turístico interpretado por Hugo Possolo, criador dos Parlapatões.Pelas janelas do ônibus, Possolo aponta os escombros do Parque do Povo, o Minhocão, a antiga Dacon, na Faria Lima.A inspiração do projeto vem de Leo Bassi, comediante italiano radicado na Espanha, que criou "O Pior de Madri". Nele, levou atores vestidos de talebans para protestar diante da casa do ex-premiê José María Aznar, que apoiou a invasão do Iraque. E 300 pessoas foram ao Vale dos Caídos, onde está enterrado o ditador Francisco Franco, para "fazer com sua estátua o mesmo que os americanos fizeram com Saddam".Com a experiência de ter levado arte e animação à feiúra da praça Roosevelt, os Parlapatões paulistanizaram o desafio.Política à frenteSe sobra subversão na proposta, em um país que anda enferrujado na arte de protestar, falta texto e recheio à altura da empreitada.Fora os workshops de sobrevivência paulistana, o passeio no interior do ônibus revela a inexperiência dos Parlapatões com o negócio turístico.Tanto shoppings quanto edifícios "de luxo" da avenida Cidade Jardim, com seu pastiche de colunas greco-romanas e mansardas parisienses, são poupados pelo guia.Dentro do ônibus, o ótimo comediante e palhaço que é Possolo tem de virar acrobata para que os minutos no veículo não se tornem eternos. As piadas do roteiro não ajudam.No início do passeio, Possolo explica que "São Paulo é filho de Santo Amaro com Santa Ifigênia" e que Caetano compôs Sampa "porque é de Santo Amaro".Ao passar pelo Itaim, Possolo canta um jingle sobre os "publiciotários", trocadilho da época em que publicitários ainda usavam gravatas do Mickey e posavam de rebeldes.Um vendedor de pastilhas adentra o ônibus e diz que não estudou "porque inteligência não dá dinheiro, veja os usineiros, o Congresso, o presidente". Indignação à la Hebe Camargo. "O Pior de São Paulo" é mais subversivo ao fazer -não ao falar de- política.ÚLTIMOS DIAS PARA PASSEAR PELO "PIOR" DE SP O roteiro do passeio, de duas horas, não é o mesmo em toda apresentação, que acontece sábado, às 16h e às 22h30, e domingo, às 16h, até 22/7. As senhas, gratuitas, são distribuídas uma hora antes.
Postado por Unknown às 10:32 0 comentários
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Os Ateus
terça-feira, 20 de novembro de 2007
"Quando era criança, eu rezava toda a noite por uma nova bicicleta. Depois percebi que o Senhor não funcionava dessa forma, por isso eu roubei uma e fui pedir-Lhe que me perdoasse." - Emo Philips
"Eu argumento que ambos somos ateus. Apenas acredito em menos um Deus do que você. Quando você compreender porque deixa de lado todos os outros possíveis Deuses, você saberá porque é que eu deixo de lado o seu." - Stephen Roberts
"A Religião é olhada pelo povo comum como verdadeira, pelos sábios como falsa, e pelos governantes como útil." - Séneca (4 A.C. - 65 AD)
"Basicamente vocês estão se matando uns aos outros para ver quem tem o melhor amigo imaginário" - Richard Jeni
"Filosofia são questões que nunca podem ter resposta. Religião são respostas que nunca podem ser questionadas" - Autor desconhecido
"Não venha rezar pra minha escola que eu não vou pensar pra sua igreja..." - Autor desconhecido
"Você não pode convencer de nada a um crente. Porque a sua crença não é baseada em factos, é baseada na necessidade profundamente enraizada de crer." - Carl Sagan
"O invisível e o não-existente parecem muito semelhantes..." - Delos B. McKown
postagem de Antonio











