
Este é o decreto lei publicado no Diário Oficial que facilita a venda de notebooks à professores no Brasil.
Os portáteis não podem ter valor acima de 1.000 reais (deveria ser o limite do financiamento, não do computador, para haver uma maior mobilidade em termos de mercado) só é autorizada uma compra por pessoa, e os computadores precisam ser produzidos no país (complicado, o controle).
veja detalhes:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2008/Decreto/D6504.htm
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Notebooks para professores
quinta-feira, 10 de julho de 2008
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Socorro!!!!!!!!!
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
F0nte "A Folha de São Paulo"
05/12/2007 - 10h57
Brasil é reprovado, de novo, em matemática e leitura
ANTÔNIO GOISda Folha de S.Paulo, no RioANGELA PINHOda Folha de S.Paulo, em Brasília
A péssima posição do Brasil no ranking de aprendizado em ciências se repetiu nas provas de matemática e leitura. Os resultados do Pisa (sigla, em inglês, para Programa Internacional de Avaliação de Alunos), divulgados ontem pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), mostram que os alunos brasileiros obtiveram em 2006 médias que os colocam na 53ª posição em matemática (entre 57 países) e na 48ª em leitura (entre 56).
O objetivo do Pisa é comparar o desempenho dos países na educação. Para isso, são aplicados de três em três anos testes a alunos de 15 anos em nações que participam do programa. O ranking de ciências, divulgado na semana passada, colocava o Brasil na 52ª posição.
Além de estarem entre os piores nas três provas nessa lista de países, a maioria dos estudantes brasileiros atinge, no máximo, o menor nível de aprendizado nas disciplinas.
O pior resultado aparece em matemática. Numa escala que vai até seis, 73% dos brasileiros estão situados no nível um ou abaixo disso. Significa, por exemplo, que só conseguem responder questões com contextos familiares e perguntas definidas de forma clara.
Em leitura, 56% dos jovens estão apenas no nível um ou abaixo dele. Na escala, que vai até cinco nessa prova, significa que são capazes apenas de localizar informações explícitas no texto e fazer conexões simples.
Em ciências, 61% tiveram desempenho que os colocam abaixo ou somente no nível um de uma escala que vai até seis. Isso significa que seu conhecimento científico é limitado e aplicado somente a poucas situações familiares.
Nos três casos, a proporção de alunos nos níveis mais baixos é muito maior do que a média da OCDE, que congrega, em sua maioria, países ricos.
Comparando o desempenho do Brasil no exame 2003 (que já era ruim) com o de 2006, as notas pioraram em leitura, ficaram estáveis em ciências e melhoraram em matemática.
Uma melhoria insuficiente, porém, para tirar o país das últimas posições, já que foi em matemática que o país se saiu pior em 2006, com médias superiores apenas às de Quirguistão, Qatar e Tunísia e semelhantes às da Colômbia.
Como há uma margem de erro para cada país, a colocação brasileira pode variar da 53ª, no melhor cenário, para a 55ª, no pior. O mesmo ocorre para as provas de leitura e ciências. No de leitura, varia da 46ª à 51ª. Em ciência, da 50ª à 54ª.
A secretária de Educação do governo José Serra (PSDB-SP), Maria Helena de Castro, diz que o resultado em leitura é lamentável. "Essa é uma macrocompetência, básica para que os alunos desenvolvam as outras, como matemática, raciocínio crítico." Nos exames, São Paulo ficou abaixo da média nacional nas três áreas avaliadas.
Suely Druck, da Sociedade Brasileira de Matemática, diz que, em geral, os alunos de outros países, assim como os do Brasil, tiveram desempenho pior em matemática na comparação com as outras disciplinas.
"A matemática se distingue das outras porque desde cedo a criança já tem que ter conhecimento teórico e é um aprendizado seqüencial, ou seja, antes de aprender a multiplicar, tem que saber somar." Por isso, defende que se exija um conteúdo mínimo em matemática para o professor dos primeiros anos do ensino fundamental, quando todas as matérias são ainda ensinadas pela mesma pessoa.
O Pisa permite também comparar meninos e meninas. Em matemática e ciências, no Brasil, eles se saíram melhor. Em leitura, elas foram melhor.
Brasil é reprovado, de novo, em matemática e leitura
ANTÔNIO GOISda Folha de S.Paulo, no RioANGELA PINHOda Folha de S.Paulo, em Brasília
A péssima posição do Brasil no ranking de aprendizado em ciências se repetiu nas provas de matemática e leitura. Os resultados do Pisa (sigla, em inglês, para Programa Internacional de Avaliação de Alunos), divulgados ontem pela OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), mostram que os alunos brasileiros obtiveram em 2006 médias que os colocam na 53ª posição em matemática (entre 57 países) e na 48ª em leitura (entre 56).
O objetivo do Pisa é comparar o desempenho dos países na educação. Para isso, são aplicados de três em três anos testes a alunos de 15 anos em nações que participam do programa. O ranking de ciências, divulgado na semana passada, colocava o Brasil na 52ª posição.
Além de estarem entre os piores nas três provas nessa lista de países, a maioria dos estudantes brasileiros atinge, no máximo, o menor nível de aprendizado nas disciplinas.
O pior resultado aparece em matemática. Numa escala que vai até seis, 73% dos brasileiros estão situados no nível um ou abaixo disso. Significa, por exemplo, que só conseguem responder questões com contextos familiares e perguntas definidas de forma clara.
Em leitura, 56% dos jovens estão apenas no nível um ou abaixo dele. Na escala, que vai até cinco nessa prova, significa que são capazes apenas de localizar informações explícitas no texto e fazer conexões simples.
Em ciências, 61% tiveram desempenho que os colocam abaixo ou somente no nível um de uma escala que vai até seis. Isso significa que seu conhecimento científico é limitado e aplicado somente a poucas situações familiares.
Nos três casos, a proporção de alunos nos níveis mais baixos é muito maior do que a média da OCDE, que congrega, em sua maioria, países ricos.
Comparando o desempenho do Brasil no exame 2003 (que já era ruim) com o de 2006, as notas pioraram em leitura, ficaram estáveis em ciências e melhoraram em matemática.
Uma melhoria insuficiente, porém, para tirar o país das últimas posições, já que foi em matemática que o país se saiu pior em 2006, com médias superiores apenas às de Quirguistão, Qatar e Tunísia e semelhantes às da Colômbia.
Como há uma margem de erro para cada país, a colocação brasileira pode variar da 53ª, no melhor cenário, para a 55ª, no pior. O mesmo ocorre para as provas de leitura e ciências. No de leitura, varia da 46ª à 51ª. Em ciência, da 50ª à 54ª.
A secretária de Educação do governo José Serra (PSDB-SP), Maria Helena de Castro, diz que o resultado em leitura é lamentável. "Essa é uma macrocompetência, básica para que os alunos desenvolvam as outras, como matemática, raciocínio crítico." Nos exames, São Paulo ficou abaixo da média nacional nas três áreas avaliadas.
Suely Druck, da Sociedade Brasileira de Matemática, diz que, em geral, os alunos de outros países, assim como os do Brasil, tiveram desempenho pior em matemática na comparação com as outras disciplinas.
"A matemática se distingue das outras porque desde cedo a criança já tem que ter conhecimento teórico e é um aprendizado seqüencial, ou seja, antes de aprender a multiplicar, tem que saber somar." Por isso, defende que se exija um conteúdo mínimo em matemática para o professor dos primeiros anos do ensino fundamental, quando todas as matérias são ainda ensinadas pela mesma pessoa.
O Pisa permite também comparar meninos e meninas. Em matemática e ciências, no Brasil, eles se saíram melhor. Em leitura, elas foram melhor.
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ahn.? (2)
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
"Estadão On Line
quarta-feira, 3 de outubro de 2007, 21:27LONDRES - Há dois dias a família Young vive em um quarto de hotel. Tudo porque o filho caçula, Joel, de 3 anos, incendiou nesta segunda-feira, 1º, a cozinha da casa onde moram, em Essex, Reino Unido.O curioso é que em 2005 os pais Paul e Susan procuraram a produção do programa inglês Supernanny , apresentado pela guru em crianças Jo Frost - exibido no Brasil pelo canal pago GNT - com o objetivo de disciplinar o menor e os outros quatro pimpolhos do casal (Nathaniel, agora com 11, Caleb, 10 , Benjamin, 8 e Jacob, 6).Durante o episódio com os Youngs, a educadora chegou a classificar o comportamento dos meninos como rebelde. "Eles não respeitam o lar, os pais, nem uns aos outros. É tão ruim que levam os pais ao limite", disse Jo.No mês passado, os Youngs - agora separados - já tinham sido notícia ao declarar que a atitude das crianças piorou após o período em frente às câmeras. "A Supernanny mostrou a eles que limpar o jardim é um exemplo de disciplina. Eles sempre ficam felizes lá. A questão é quando pedimos algo que eles não querem fazer", disse Susan ao jornal The Daily Mail.O programa Supernanny é sucesso no Reino Unido e nos Estados Unidos. Jo Frost é a "nanny" com a difícil tarefa de educar crianças utilizando métodos pedagógicos. A cada episódio uma família recebe a visita da Frost durante duas semanas. No Brasil, o SBT exibe desde 2006 uma versão nacional com a educadora de Cris Poli."
quarta-feira, 3 de outubro de 2007, 21:27LONDRES - Há dois dias a família Young vive em um quarto de hotel. Tudo porque o filho caçula, Joel, de 3 anos, incendiou nesta segunda-feira, 1º, a cozinha da casa onde moram, em Essex, Reino Unido.O curioso é que em 2005 os pais Paul e Susan procuraram a produção do programa inglês Supernanny , apresentado pela guru em crianças Jo Frost - exibido no Brasil pelo canal pago GNT - com o objetivo de disciplinar o menor e os outros quatro pimpolhos do casal (Nathaniel, agora com 11, Caleb, 10 , Benjamin, 8 e Jacob, 6).Durante o episódio com os Youngs, a educadora chegou a classificar o comportamento dos meninos como rebelde. "Eles não respeitam o lar, os pais, nem uns aos outros. É tão ruim que levam os pais ao limite", disse Jo.No mês passado, os Youngs - agora separados - já tinham sido notícia ao declarar que a atitude das crianças piorou após o período em frente às câmeras. "A Supernanny mostrou a eles que limpar o jardim é um exemplo de disciplina. Eles sempre ficam felizes lá. A questão é quando pedimos algo que eles não querem fazer", disse Susan ao jornal The Daily Mail.O programa Supernanny é sucesso no Reino Unido e nos Estados Unidos. Jo Frost é a "nanny" com a difícil tarefa de educar crianças utilizando métodos pedagógicos. A cada episódio uma família recebe a visita da Frost durante duas semanas. No Brasil, o SBT exibe desde 2006 uma versão nacional com a educadora de Cris Poli."
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