Mundial de Futebol Feminino.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Postado por Unknown às 06:33 0 comentários
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Sessão Secreta, claro! Caso Renan Calheiros.
Mesmo que a maioria no país não aprove, a sessão será secreta.
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM61910-7823-GLOBO+NEWS+AO+VIVO,00.html
Postado por Unknown às 08:06 0 comentários
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Sobre Poder e Maldade.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Postado por Unknown às 07:56 0 comentários
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Saia Justa.
Postado por Unknown às 07:48 0 comentários
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Foi-se Pavarotti
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
"...ninguém confunde minha voz..."
Postado por Unknown às 18:40 0 comentários
O Valor do Amanhã.
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Tenho ouvido falar a respeito desse livro há algum tempo.Vi entrevistas de Giannetti, sempre com bastante interesse. Na minha comemoração à volta de muitos livros na cabeceira da minha cama, esse, pretendo que esteja lá.
Assisti às entrevistas na fase de lançamento do livro, que agora gerou o programa no Fantático de mesmo nome; o que é ótimo.O Fantástico vinha apostando tempos atrás em muito de espetáculo e nada de reflexão, então, tem melhorado um cadinho nos últimos tempos. É evidente a influência de programas da globo em mentes brasileiras, então que aconteça, às vezes, um pequeno convite ao pensamento.
Giannetti é economista pela FEA/USP, formado em Ciências Sociais pelo FFLCH/USP e PhD pela Universidade de Cambridge. Já lecionou na FEA/USP e também em Cambridge. Atualmente, é professor do Ibmec-SP. Tem outros livros publicados como "Vícios privados, benefícios públicos?" e "As partes & o todo", ambos ganhadores do Prêmio Jabuti.
Aqui estão alguns trechos do livro:
“A liberdade de escolha desligada da capacitação para o seu exercício é uma expressão vazia. É a liberdade de um semi-analfabeto ler Joaquim Nabuco ou de um mendigo famélico para jantar fora. O minímo legal não basta.”
“ Os indivíduos perecem, mas a sociedade a que pertencem – obra aberta que une na mesma trama os valores dos mortos, dos vivos e que estão por vir – segue em frente. O passado condiciona; o presente desafia; o futuro interroga. Existem três formas básicas por meio das quais podemos preencher com o pensamento o vácuo interrogante do porvir. A previsão lida com o provável e responde à pergunta: o que será? A delimitação do campo do possível lida com o exequível e responde à pergunta: o que pode ser? É a expressão da vontade lida com o desejável e responde à pergunta: o que sonhamos ser?”
“Se o sonho desprovido de lógica é frívolo, a lógica desprovida de sonho é deserta”
“As horas mais felizes de nossas vidas são precisamente aquelas em que perdemos a noção da hora. O excesso de juízo carece de juízo.”
fonte: http://grifando.wordpress.com/2007/08/06/o-valor-do-amanha-eduardo-gianetti/
Comentário a respeito:
Culto, figurativo, instigante e até mesmo didático o texto nos leva por uma exposição linear que começa no momento em que organismos unicelulares descobrem a reprodução sexuada e vai até uma análise rápida sobre o grau de impaciência que faz sociedades prosperarem enquanto outras, afundam. Um ponto de destaque é, sem dúvida, os exemplos e figuras utilizadas para exemplificar os conceitos que, em outras vozes, soariam ácidos.'
http://www.carreirasolo.org/archives/eduardo_giannetti_o.html
Aqui os programas do Fantástico:
http://arquivos.ibmecsp.edu.br/Hotsite/Institucional2007/09_08_valor_amanha_giannetti.html
bjos...!
amanhã mais dicas....
Postado por Unknown às 13:04 0 comentários
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Amizade
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Postado por Unknown às 18:13 0 comentários
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A força do dólar
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
fonte: UOL
The New York Times
06/10/2008
Num clima de fraqueza, o dólar mostra uma força surpreendente
Mark Landler
Em Washington (EUA)
As bolsas de valores estão caindo, os mercados de crédito continuam congelados, e algumas autoridades estrangeiras prevêem que os Estados Unidos perderão seu status de superpotência financeira. E mesmo assim o dólar - o símbolo mais visível do poder financeiro americano - está subindo.
Na semana passada, o dólar subiu para o seu nível mais alto em mais de um ano em relação ao euro, ao dólar canadense e a várias outras moedas. Ele aumentou até mesmo depois que o plano de resgate do governo Bush para os bancos falhou no Congresso e logo depois da divulgação de um desastroso relatório de desemprego na sexta-feira (3).
O aumento do dólar parece sem sentido. Situações anteriores de pânico financeiro - na Ásia, Rússia e México - devastaram as moedas locais, à medida que os investidores estrangeiros saíram em debandada. O baht tailandês, o rublo russo e o peso mexicano foram barômetros seguros do nível de confiança internacional em relação a esses mercados emergentes. Conforme a confiança entrou em colapso, o mesmo aconteceu com as taxas de câmbio.
Mas o dólar não é qualquer moeda. Como moeda de reserva mundial, ele se beneficia com o tumulto global, mesmo ele tenha se originado nos Estados Unidos.
"É irônico que, apesar de termos acabado de fazer uma bagunça enorme, a resposta internacional seja investir mais dinheiro em nós", diz Kenneth S. Rogoff, professor de economia de Harvard. "Eles não têm certeza de onde mais podem ir".
Em 17 de setembro, quando o colapso do Lehman Bros. fez com que os mercados de ações em todo o mundo cambaleassem, os investidores estrangeiros correram para comprar títulos do tesouro americano, baixando seus lucros para quase zero. Isso refletiu o fato de que os investidores estavam se juntando em prol da segurança do governo dos EUA, mesmo que isso significasse que os seus investimentos iriam perder dinheiro com o ajuste inflacionário.
De fato, o apelo do governo dos Estados Unidos reflete uma falta de melhores opções. Muito foi feito durante os últimos anos em relação ao aumento do euro como rival do dólar. Mas a Europa dificilmente parece uma aposta segura agora, com sua própria crise se desenvolvendo.
E diferentemente dos americanos, os europeus não elaboraram uma resposta coordenada para os problemas financeiros, apesar de um encontro de líderes durante o fim de semana convocado pelo presidente francês Nicolas Sarkozy.
Os bancos japoneses estão bem mais estáveis do que os dos Estados Unidos ou Europa, o que fez do iene a única moeda principal a aumentar em valor em relação ao dólar nas últimas semanas. Mas o Japão, e a Ásia como um todo, está enfraquecendo, juntamente com a economia global.
"É como se o mundo estivesse cheio de gente doente", diz Ashraf Laidi, analista chefe de câmbio na CMC Markets, uma firma de câmbio. "Os Estados Unidos foram os primeiros a ir para o hospital, e foram para a UTI. E então outros países começaram a sentir o arrepio, e agora estão sendo internados."
Os negociantes de câmbio, diz Laidi, estão apostando que os Estados Unidos serão os primeiros a se recuperar, porque foram os primeiros a cair. Essa percepção ganhou terreno com os problemas crescentes na Europa, onde mais bancos estão falhando a cada dia, e a Alemanha e a Irlanda garantiram todos os depósitos num esforço para evitar uma corrida aos bancos.
O dólar também foi impulsionado pelo Federal Reserve [Banco Central Americano], que montou uma rede de troca de câmbio com o Banco Central Europeu, o Banco do Japão, o Banco da Inglaterra e outros bancos centrais para fornecer dólares para bancos estrangeiros. Agindo numa escala sem precedentes, o Fed expandiu essas linhas de câmbio de US$ 330 bilhões para US$ 620 bilhões.
A resistência do dólar em meio a esse turbilhão é mais do que uma novidade econômica. Enquanto ele conseguir reter seu valor, a força do dólar ajudará os Estados Unidos a bancar os US$ 700 bilhões do pacote de ajuda aos bancos, porque o dinheiro virá de títulos vendidos em grande parte para investidores estrangeiros.
Uma moeda em alta também é capaz de deter a inflação - uma grande preocupação do Fed antes da crise. Uma inflação menor ajudaria o Fed a diminuir as taxas de juros, coisa que a instituição está considerando.
Mas um dólar mais forte tem um lado ruim: faz com que as exportações americanas fiquem mais caras nos mercados estrangeiros, o que poderia comprometer uma das poucas partes do motor econômico americano que ainda estão funcionando.
A maior qualidade do dólar, dizem os especialistas, é ser um símbolo perene do valor de crédito dos Estados Unidos. Sua estabilidade sugere que os Estados Unidos ainda são vistos como um risco seguro.
"Conversando com investidores, políticos e acadêmicos em todo o mundo, eles têm essa confiança, não apenas no nosso sistema econômico, mas no nosso sistema político", disse Rogoff. "Eles parecem ter mais confiança que nós na nossa capacidade de resolver problemas."
Essa confiança tem limites, é claro. Se os estrangeiros acabarem perdendo-a, dizem os especialistas, eles procurarão vender seus títulos do débito americano. Assim, o dólar cairia e o custo da ajuda aumentaria.
"Somos responsáveis pelo câmbio global, e se fizermos pouco caso disso, haverá conseqüências a curto e longo prazo", diz Edwin M.
Truman, ex-oficial do Departamento de Tesouro.
Truman acabou de voltar de um tour no exterior, durante o qual ele disse que as autoridades estrangeiras expressaram frustração em relação ao caos político em Washington. Mas ele disse que quando visitou o Banco Central da Austrália, não percebeu nenhuma sensação de pânico em relação ao dólar.
Antes que a crise entrasse em sua última fase, com a falência do Bear Stearns em março, o dólar atravessava uma longa trajetória de queda em relação ao euro e outras moedas. Isso refletia as preocupações internacionais em relação à deterioração da economia americana e o imenso déficit de comércio.
Quando a crise arrefecer, os investidores irão se concentrar nesses assuntos novamente, e o dólar irá retomar seu curso de queda, prevê Laidi. Mesmo que o pacote de ajuda consiga acalmar o mercado, ele irá expandir imensamente o débito dos Estados Unidos - uma causa perene de enfraquecimento do dólar.
Por enquanto, todavia, a crise global continua sendo um tônico para a moeda do país no qual ela começou.
Tradução: Eloise De Vylder
Visite o site do The New York Times
Postado por Unknown às 22:34 0 comentários
São Paulo
sexta-feira, 4 de maio de 2007
A São Paulo que corre!!!
Essa sensação de ter sempre algo urgente a fazer, é muito paulistana. E estar sempre esbarrando em muita gente, também.
São Paulo Centro
Este sotaque é provavelmente de paulistano do centro, filho de paulistanos. Ele usa o advérbio "meio" como se fosse adjetivo "meia" o que é comum por aqui.
Interessante ele ter mostrado o impostômetro.
Andando a pé na Av. Paulista...centro financeiro. Sons diversos, alguma conversa em inglês e italiano,talvez, e o som da rua no nosso português.
Muito limpa, fiação subterrânea.
Andando de carro, e o sotaque nordestino ..."Eu tô mi situanu já..."...som da rua, som de carros...som do rádio.
O nosso querido parque Ibirapuera. Junto com alguns poucos outros parques, nos permitem respirar um pouco. Mas a cidade pede desesperada por mais.
...adolescentes paulistanos no parque...as caras...as falas ...os sotaques...
o parque visto do alto...
Especial Trânsito de São Paulo
E o grande batalhador da periferia:
Os que pouco participam da cidade
E os que participam, mas não como gostaríamos.
Vídeos de 2006
Postado por Unknown às 15:24 0 comentários





