
Pode parecer conversa entre pastores pentescostais, mas não é mais.
É incrível como a realidade têm nos provocado a ouvir cientistas sobre a possibilidade de o homem ter provocado tanto a mãe terra que talvez as catástrofes decorrentes servem à bela metáfora de que ela queira nos eliminar como um corpo estranho, uma doença.
O Universo não precisa de nós e esquecemos disso.
Faz parte dos organismos vivos a renovação advinda da agressão sistemática.
Se catastrófica ou em pequenas doses, isso estamos escolhendo.
A Terra não suportaria uma China 
desenvolvida nos moldes em que são os Estados Unidos hoje.O Brasil está entre os cinco maiores emissores de gás carbônico na atmosfera.
Entre 60% a 75% das emissões brasileiras são provenientes dos desmatamentos da floresta tropical.Mas qualquer ser humano tem direito à lutar pelo conforto que outros seres humanos têm. 
Queimadas na Amazonia

Então vemos alguns agredindo seu espaço por quererem chegar a um certo lugar que acreditam idílico, e outros, estando lá, no desespero de usufruir, mesmo que só dê para usufruir no presente.
Não estamos mais preocupados com o futuro.
Não acreditamos mais em nós.
Porque iríamos nos preocupar com a permanência do ser humano na terra, se não nos gostamos?
Mas será que não conseguiríamos alguma paz, auto-estima, por nos sabermos genuinamente capazes de grandes atitudes?
Talvez seja possível.
Talvez.
Saiba Mais
http://www.cpflcultura.com.br/videoteca_2008.aspx?videoteca_categoria_ID=0&videoteca_ID=139
fotos
http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=22654&action=reportagem
Catástrofes...tragédias muito mais frequentes e... o fim do homem na terra?
terça-feira, 20 de maio de 2008
Postado por Unknown às 07:32 0 comentários
Marcadores: meio ambiente
Demissão de Marina Silva
quarta-feira, 14 de maio de 2008

"Perco o pescoço mas não a cabeça", já disse a ex-ministra certa vez.
Parece que depois de muita briga e resistências, Marina vinha perdendo terreno e algumas batalhas, a ponto de culminar na indicação de Mangabeira Unger da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos para a coordenação do Plano Amazônia Sustentável (PAS).
Marina era acusada de protelar demais as liberações do Ministério, não tinha um ambiente muito favorável entre os governadores da Amazonia Legal, por exemplo.
Sai deixando a imagem de uma ministra totalmente envolvida com a pasta, verdadeiramente atuante nos propósitos do meio ambiente, corajosa e determinada.
O governo vai precisar mostrar que não tem dado ênfase demais ao desenvolvimentismo em detrimento dos interesses ambientais.
O Brasil precisa aprender a lidar com essas duas questões, equilibrando-as, tendo por ambição nada menos do que se tornar uma autoridade nesse campo.
A sociedade brasileira precisa tomar pra si essa responsabilidade, só assim merecerá o grande país que o Brasil pode ser.




Postado por Unknown às 08:16 3 comentários
Marcadores: meio ambiente