
eu tenho uma mania meio esquisita de xingar de modo carinhoso que nem sempre é muito bem compreendida...
a maior vítima é minha cachorrinha, um dos meus grandes amores.
desconfio que ela não tenha a menor idéia, apesar de ser a cachorra mais inteligente que conheço, então não dá pra saber.
acho que começou com um namorado que xingava os amigos, as pessoas as quais ele admirava, acabei incorporando, porque incorporo besteiras com a maior facilidade; mas é claro, dando meu toque pessoal.
Não foi algo pensado ou calculado, aconteceu.
com meu amorzinho de quatro patas as frases costumam ser ....
"cade aquela chaaaata...insuportável, coisa maaaaaais linda do mundo?"
e lá vem ela abanando o rabo, abanando o corpo, e sei lá mais o que, porque se existe uma cachorra rebolativa é ela, dizendo alguma coisa que deve ser "eu tou aqui, eu tou aqui!..."
e continuo..."sua bestaaa....babaca..."....e ela não se aguentando de querer conversar, dizer qualquer coisa, quem sabe me xingar abanando o rabinho também, nunca se sabe.
o negócio é que não minto. a bichinha é mesmo chata, insuportável, besta eu não diria, isso é invenção minha pra sacaneá-la.
mas me azucrina mais que tudo, pula no meu colo se achar que passei tempo demais sem lhe dar atenção, aterroriza o gato por não querer brincar com ela, late para um cachorro do outro lado da rua, que dirá para os vizinhos....(eu moro em apartamento e no oitavo andar), enfim é uma cruz que carrego.
talvez xingar elogiando seja a maneira que achei para dizer a ela que amar é isso mesmo, não tem jeito.
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Amor, amor e xingamentos
sábado, 12 de julho de 2008
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Depois acham que são malucos os que dizem que os cães captam certas coisas...
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
26/09/2007 - 15h33
"Nariz artificial" permitirá encontrar tumores malignos
Publicidade
da Efe, em Jerusalém
Cientistas israelenses criaram um "nariz artificial" parecido com um telefone celular que permitirá descobrir em 30 segundos, por meio da respiração e do cheiro, tumores relacionados ao câncer e onde estariam localizados no organismo por meio de um sensor do tamanho da cabeça de um alfinete.
Segundo a edição de hoje do jornal "Yedioth Ahronoth", uma equipe de 17 pesquisadores do instituto politécnico da cidade de Haifa (Technion) desenvolve o novo dispositivo, que poderia começar a ser usado dentro de dois anos.
O projeto, testado com sucesso em pessoas durante sua fase experimental de laboratório, está sendo patenteado e conta com a ajuda de 1,7 milhão de euros (US$ 2,4 milhões) do Fundo de Pesquisas da União Européia (UE).
A atuação do "nariz que cheira o câncer" é simples: o paciente deve respirar em uma espécie de canudo ligado ao dispositivo que contém um sensor e uma tela e 30 segundos depois poderá saber o resultado do exame.
Segundo os especialistas, isso evitará no futuro exames como as biópsias e radiografias para detectar o câncer.
Na próxima semana, terá início em Israel uma primeira pesquisa em colaboração com o Departamento de Oncologia do Centro Médico Rambam (Maimônides) de Haifa na qual o sensor será testado em centenas de pessoas que sofrem de câncer e em indivíduos saudáveis.
Os cientistas israelenses disseram que os métodos atuais só conseguem detectar a doença quando o câncer já está em via de desenvolvimento ou desenvolvido, "mas isso pode ser mudado".
"Se fosse possível detectar o câncer a partir das primeiras células modificadas, o percentual de pessoas que podem sobreviver poderá aumentar até 90%", afirmou o médico Husan Jaiek, que lidera a equipe.
Jaiek disse acreditar que a pesquisa deve estar concluída em cinco anos.
"Nariz artificial" permitirá encontrar tumores malignos
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da Efe, em Jerusalém
Cientistas israelenses criaram um "nariz artificial" parecido com um telefone celular que permitirá descobrir em 30 segundos, por meio da respiração e do cheiro, tumores relacionados ao câncer e onde estariam localizados no organismo por meio de um sensor do tamanho da cabeça de um alfinete.
Segundo a edição de hoje do jornal "Yedioth Ahronoth", uma equipe de 17 pesquisadores do instituto politécnico da cidade de Haifa (Technion) desenvolve o novo dispositivo, que poderia começar a ser usado dentro de dois anos.
O projeto, testado com sucesso em pessoas durante sua fase experimental de laboratório, está sendo patenteado e conta com a ajuda de 1,7 milhão de euros (US$ 2,4 milhões) do Fundo de Pesquisas da União Européia (UE).
A atuação do "nariz que cheira o câncer" é simples: o paciente deve respirar em uma espécie de canudo ligado ao dispositivo que contém um sensor e uma tela e 30 segundos depois poderá saber o resultado do exame.
Segundo os especialistas, isso evitará no futuro exames como as biópsias e radiografias para detectar o câncer.
Na próxima semana, terá início em Israel uma primeira pesquisa em colaboração com o Departamento de Oncologia do Centro Médico Rambam (Maimônides) de Haifa na qual o sensor será testado em centenas de pessoas que sofrem de câncer e em indivíduos saudáveis.
Os cientistas israelenses disseram que os métodos atuais só conseguem detectar a doença quando o câncer já está em via de desenvolvimento ou desenvolvido, "mas isso pode ser mudado".
"Se fosse possível detectar o câncer a partir das primeiras células modificadas, o percentual de pessoas que podem sobreviver poderá aumentar até 90%", afirmou o médico Husan Jaiek, que lidera a equipe.
Jaiek disse acreditar que a pesquisa deve estar concluída em cinco anos.
Postado por Unknown às 00:39 0 comentários
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